Precisamos falar sobre…
O que temos medo de ouvir….
CÂNCER.
Existe uma frase que tem o poder de silenciar uma sala inteira.
Uma frase capaz de interromper planos, mudar prioridades e transformar uma terça-feira comum em uma data que jamais será esquecida.
“O seu exame veio alterado.”
Talvez você tenha imaginado essa cena agora. Talvez tenha lembrado de alguém próximo. Talvez tenha sentido um leve desconforto apenas por ler essas palavras.
Mas por que temos tanto medo delas?
Será medo da doença? Ou medo daquilo que ela nos obriga a enxergar sobre a vida?
Talvez a pergunta mais importante não seja:
“Como evitar completamente o câncer?”
Mas sim: “O que estou fazendo hoje para diminuir minhas chances de adoecer amanhã?”
A palavra câncer continua sendo uma das mais temidas da medicina. Mesmo após décadas de avanços científicos, de novos tratamentos e com as taxas de cura cada vez maiores. E mesmo assim o simples som dessa palavra ainda carrega um peso emocional e cultural muito grande.
E é justamente por isso que precisamos falar sobre ele.
Não quando o diagnóstico chega. Mas sim quando o assunto é a própria saúde.
Quantas vezes adiamos aquele exame? Quantas vezes ignoramos um sintoma persistente? E quem já não pensou assim, ou conhece alguém que pense:
“Depois eu vejo isso.”
“Não deve ser nada.”
“Se eu procurar, vou acabar encontrando alguma coisa.”
Aquele mito silencioso de “Se eu tiver câncer, vou sentir.”
E sabemos que não é bem assim. Hoje existe o rastreamento para vários casos de câncer. Mas ele não serve para quem está doente. É indicado para quem acredita estar saudável e preenche alguns critérios.
Mamografia, colonoscopia, exame preventivo do colo do útero, rastreamento do câncer de próstata em situações selecionadas, alterações de exames laboratoriais, e avaliação individualizada de fatores de risco são ferramentas que nos permitem identificar as chances elevadas de surgir câncer
E Por que algumas pessoas descobrem o diagnóstico de câncer em fases avançadas?
Nem sempre é falta de acesso. Muitas vezes é medo, medo do exame, medo da confirmação, medo da mudança.
Como se evitar o diagnóstico pudesse impedir a doença de existir.
Por isso o rastreamento existe, para que muitos cânceres possam ser prevenidos.
Os Principais fatores de risco modificáveis são:
-Tabagismo.
-Consumo excessivo de álcool.
-Obesidade.
-Sedentarismo.
-Exposição solar inadequada.
-Alimentação pobre em alimentos naturais.
Talvez o maior desafio não seja combater o câncer, mas seja combater a falsa sensação de que ele acontece apenas com os outros ou com pessoas de idades mais avançadas.
Prevenção também é uma responsabilidade pessoal. Não vamos esperar que
um dia o telefone toque, ou que um exame altere ou que uma consulta médica mude tudo.
Porque falar sobre câncer não é falar apenas sobre doença.
- É falar sobre escolhas.
- É falar sobre prevenção.
- É falar sobre responsabilidade com o próprio futuro.
E, acima de tudo, é lembrar que o exame que mais assusta não é aquele que encontra um problema. É aquele que nunca foi realizado.
Precisamos falar sobre câncer…. Antes que ele precise falar por nós.
Agora responda mentalmente as perguntas abaixo. Faça uma reflexão da sua saúde e sobre como você está se cuidando.
Você está cuidando da sua saúde apenas para viver mais ou também para viver melhor?
Quando foi sua última consulta médica de rotina?
Você conhece os exames recomendados para sua idade?
Você sabe quais fatores de risco estão presentes na sua vida?
Se um problema surgisse hoje, ele seria identificado precocemente?
Se você demorou ou não conseguiu responder todas as perguntas acima eu posso te ajudar a construir um futuro melhor.
MÉDICO CREDENCIADO UNIMED
Atlanta Offices
Av: Champagnat, 863 – Sala 206. Bairro São Domingos.
Dr. José Otávio Júnior
INSTAGRAM: @drjoseoctaviojr
Crm /MG 63533 CRM/SP 204552 Rqe 60.494
Graduação em Medicina pela Universidade de Vassouras – RJ
Especialização em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal de Pernambuco.
Especialização em Geriatria e Gerontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas ( PUC-CAMPINAS)
Pós graduado em Gerontologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo-SP .
Pós graduado em Envelhecimento Saudável pela Faculdades BWS.
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina de família e comunidade.
Membro da sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
Quero ajudar você, no seu processo de envelhecimento.
Atuando de forma preventiva ou já nos cuidados específicos para o público 60+.
Minha missão é proporcionar saúde, bem-estar, longevidade preservando sua autonomia e sua independência.






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