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COMO QUEREMOS SER CUIDADOS

Dr. José Otávio Júnior Crm /MG 63533 CRM/SP 204552 Rqe 60.494

PRECISAMOS FALAR SOBRE…

…COMO QUEREMOS SER CUIDADOS.

Imagine, por alguns segundos, não conseguir mais falar ou tomar decisões sobre sua própria saúde.

Quem decidiria por você?

E essa pessoa saberia o que você realmente gostaria que fosse feito?

Em 2026, o Brasil deu um passo importante nessa discussão com a criação do Estatuto dos Direitos do Paciente — Lei nº 15.378/2026.

A nova lei reúne direitos importantes de quem utiliza os serviços de saúde, públicos ou privados: receber informações claras, participar das decisões, consentir ou recusar procedimentos, preservar sua privacidade, acessar o próprio prontuário, buscar uma segunda opinião e receber cuidados paliativos.

Mas talvez uma palavra resuma grande parte dessa mudança:

AUTONOMIA.

Receber o diagnóstico de uma doença não transforma alguém apenas em “paciente”.

Continua existindo ali uma pessoa com história, valores, medos, desejos e sua própria compreensão sobre o que significa qualidade de vida.

Por isso, cuidar não é simplesmente dizer o que precisa ser feito.

NÃO BASTA DECIDIR PELO PACIENTE. É PRECISO, SEMPRE QUE POSSÍVEL, DECIDIR COM ELE.

E como garantir nossas escolhas quando já não conseguimos falar por nós mesmos?

É aqui que entram as Diretivas Antecipadas de Vontade: uma forma de registrar previamente nossas preferências sobre cuidados e tratamentos para situações em que não seja mais possível expressar nossa vontade.

Mas as diretivas são muito mais do que um documento.

São uma conversa sobre aquilo que realmente importa.

Sobre nossos valores. Nossos limites. O que entendemos como dignidade. E sobre quem gostaríamos que estivesse ao nosso lado e pudesse representar nossas escolhas quando já não conseguíssemos expressá-las.

A nova lei também reconhece expressamente o direito aos CUIDADOS PALIATIVOS.

E aqui ainda existe um equívoco que precisamos combater:

CUIDADOS PALIATIVOS NÃO SIGNIFICAM DESISTÊNCIA.

Significam controlar sintomas, oferecer conforto, comunicação, apoio à família e um cuidado alinhado aos valores daquela pessoa.

Significam também reconhecer e conversar com o paciente quando determinado tratamento deixa de oferecer benefício e passa a acrescentar sofrimento.

LIMITAR UM TRATAMENTO NÃO SIGNIFICA LIMITAR O CUIDADO.

Mas talvez o maior desafio não esteja escrito na lei.

Está em nossa dificuldade de conversar.

Falamos pouco sobre doenças graves, perda de autonomia e sobre como gostaríamos de ser cuidados.

“Vamos deixar essa conversa para depois.”

Até que o momento de decidir chega, e a pessoa que deveria estar no centro dessas decisões já não consegue mais fazer suas próprias escolhas.

Então, pense:

Quem você gostaria que falasse por você?

Essa pessoa sabe?

Sua família conhece aquilo que você considera qualidade de vida?

Já conversou com seu médico sobre suas vontades e escolhas?

Planejar nossos cuidados não significa esperar pelo pior.

Talvez esse seja o verdadeiro sentido das Diretivas Antecipadas de Vontade:

“Fazer com que nossa voz continue sendo ouvida quando já não conseguirmos falar por nós mesmos.”

Por isso, precisamos falar sobre nossas escolhas e vontades, sem medo de ouvir a verdade.

MÉDICO CREDENCIADO UNIMED

⁠ ⁠Atlanta Offices

Av: Champagnat, 863 – Sala 206. Bairro São Domingos.

(35)91003-6734

Dr. José Otávio Júnior

Crm /MG 63533 CRM/SP 204552 Rqe 60.494

INSTAGRAM: @drjoseoctaviojr

Graduação em Medicina pela Universidade de Vassouras – RJ

Especialização  em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal de Pernambuco.

Especialização em Geriatria e Gerontologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas ( PUC-CAMPINAS)

Pós graduado em Gerontologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo-SP .

Pós graduado em Envelhecimento Saudável pela Faculdades BWS.

Membro da Sociedade Brasileira de Medicina de família e comunidade.

Membro da sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Quero ajudar você, no seu processo de envelhecimento.

Atuando de forma preventiva ou já nos cuidados específicos para o público 60+.

Minha missão é proporcionar saúde, bem-estar, longevidade preservando sua autonomia e sua independência.

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